terça-feira, 27 de abril de 2010

A resposta, jou, está no sopro do vento...

As ruínas por trás dos olhos passam a ser invisiveis a partir do ponto de partida da dor, do sofrimento, da perda, da saudade... e da vontade de gritar que sente saudade, mas não pode pois tem medo de que algo denuncie que ainda tem um sentimento no coração.

E então eu me pergunto se minhas palavras poderiam ter sido incovenientes, perturbadoras, indiscretas...

o negécio do mundo é como pisar em brasas e pisar em mármore. vez por vez.

só naum se esqueça que o céu vai estar sempre sobre sua cabeça, eu você pode alcança-lo pois nada te impede de fazer gracejos e floreios com a mente e as palavras.

testemunho de que existem coisas que marcam a vida de uma pessoas próxima e consequnetemente a sua propria...

sabe jou....


mulheres mortas não contam histórias...
homens tristes a escrevem.





acho que falo por todos que você lembrar agora, nesse momento:

estamos com você

1 comentários:

Jou disse...

Sabe, Icaro, já que tudo em minha é quase por obrigação dificíl e tortuoso, é sempre bom ter um porto seguro: os amigos.
Aqueles caras que me xingam quando acham que eu estou mudando por quem eu não devo, que me perdoam por meus erros, e que me apoiam quando preciso. Com palavras, gestos e até com um simples olhar. Sabe aqueles dias que você está quebrado por dentro, mas não quer que ninguém saiba? Então você finge que está tudo bem, finge que está feliz, mas bem lá no fundo, você sabe o quão mal está. E é um simples gesto amigo - como este post - que torna tudo mais suportável.
Obrigado, meu grande amigo, obrigado...

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