J.S.
Obrigado pela segunda oportunidade de escrever aqui. Saiba que me sinto lisonjeado.
Então, minhas apresentações, sou um garoto de cabeça musical.
Estive por aí por muitos, muitos anos
Roubei a alma e a fé de muitos homens
Estava por perto de São Petersburgo
Quando vi que era a hora de uma mudança
Matei o Czar e seu ministros
Anastácia gritou em vão
Montei em um tanque
Mantive a posição de General
Quando a guerra relâmpago estourou
E os corpos federam
Prazer em conhecê-lo
Espero que adivinhe meu nome
Mas o que está te intrigando
É a natureza de meu jogo
(Quem? Quem?)
Felizmente, não sou o capeta, mas meu gosto musical sempre me levou para o lado que os avós sempre olham torto. E uma dessas ramificações musicais se desenvolveram do, oh meu deus, o blues! Sim, essa súplica, esse desejo que corrói por dentro, o nome tristeza para o blues, as palavras sôfregas de gente negra e de gente branca, de BB King com o Eric Clapton, o Muddy Waters e o pai de toda a musicalidade suja e alcolátra: o Robert Jonhson, que mesmo com uma vida curta, tocava solitário seu violão de forma fenomenal, nas remotas épocas dos anos 20.
E que musicalidade se lança por sobre o ar... Uma gaita de boca, um violão rachado, e amizades que vivem penduradas em garrafas e em dias abafados.
Eu nunca visitei São Francisco, nem Nova Orleans, mas essas musicas me remetem coisas boas, e fazem parte da trilha sonora da minha vida, e que gostaria de compartilhar com todos por aí, noite afora.
É um corte de faca com fio, sim, mas vamos dar a lambida nessa faca, e não fazer a grandilissima pau no cuzisse de não comentar nesse blog, de tirar tudo que se tem de bom das palavras do escritor, de deixar a mente vagar sem preocupação...
Lembranças aos associados de olhos nos tornozelos.
Aqui o mundo silencia.
Felizmente, não sou o capeta, mas meu gosto musical sempre me levou para o lado que os avós sempre olham torto. E uma dessas ramificações musicais se desenvolveram do, oh meu deus, o blues! Sim, essa súplica, esse desejo que corrói por dentro, o nome tristeza para o blues, as palavras sôfregas de gente negra e de gente branca, de BB King com o Eric Clapton, o Muddy Waters e o pai de toda a musicalidade suja e alcolátra: o Robert Jonhson, que mesmo com uma vida curta, tocava solitário seu violão de forma fenomenal, nas remotas épocas dos anos 20.
E que musicalidade se lança por sobre o ar... Uma gaita de boca, um violão rachado, e amizades que vivem penduradas em garrafas e em dias abafados.
Eu nunca visitei São Francisco, nem Nova Orleans, mas essas musicas me remetem coisas boas, e fazem parte da trilha sonora da minha vida, e que gostaria de compartilhar com todos por aí, noite afora.
É um corte de faca com fio, sim, mas vamos dar a lambida nessa faca, e não fazer a grandilissima pau no cuzisse de não comentar nesse blog, de tirar tudo que se tem de bom das palavras do escritor, de deixar a mente vagar sem preocupação...
Lembranças aos associados de olhos nos tornozelos.
Aqui o mundo silencia.

1 comentários:
No final das contas, caro amigo, o que importa não é como os heróis nascem, nem como eles morrem; só importa o jeito que eles viveram suas vidas.
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