domingo, 28 de março de 2010

The bad and the good guys

Todos nós temos o desagradável hábito te catalogar as pessoas como os "mocinhos" ou "vilões". Ninguém é totalmente bom ou ruim. Ninguém. Todas as pessoas, sem exceções, agem de acordo com aquilo que julgam correto. Adolf Hitler não se considerava um tirano responsável por horrendos crimes. E nem Dalai Lama se considera um santo livre de pecados. Todos somos ambíguos, com dois polos opostos, um lutando contra o outro pelo domínio de nossas ações.
Somos responsáveis pelos caminhos que tomamos, pelas decisões que tomamos. Maus e bons, somos uma média de nosso caráter. Resta a nos decidir o que é a coisa certa a ser feita, os ideais que valem a pena serem defendidos. Aqui entra algo que adoro citar: o livre-arbítrio, que nos dá o direito de fazer o que queremos fazer. O que queremos geralmente não é o que precisamos, eu sei, mas é realmente necessário.
Eu sinceramente não sei para qual lado minha balança pesa mais: para o “mocismo” ou para o “vilanismo”. Não sou um estigmatizado cientista careca com um mordomo pálido, que fica em seu laboratório dando risadas maléficas, nem um super-herói que veste seu uniforme para salvar mocinhas indefesas. Se bem que salvar mocinhas sensuais e indefesas não é uma idéia tão ruim...
“Pegarei emprestada” uma frase de alguém muito especial para mim (you know I love you) que se encaixa como doce de criança - e é mais fácil de roubar que uma luva.
“Um oposto não vive sem o outro – e eu não vivo sem os dois.”

1 comentários:

Unknown disse...

Nós de gêmeos vivemos desse mal: Sim e não. Quero e não quero. Sabe, a gente nao vive MESMO sem os dois extremos e definitivamente não somos nada entre esses extremos, é bem assim mesmo: sim ou não. Sem talvez. Mas não que a indecisão não exista, entende? Não? Sinceramente, não estou surpresa. Ou estou? Sei lá vai saber. Só sei que nada sei. Um beijo :*

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